P: Posso trocar a Placa de vídeo do notebook pra rodar um jogo mais atual?
R: 99% das vezes NÃO. Notebooks quase sempre tem sua placa de vídeo soldada a placa mãe. É claro, tem notebooks que tem a vga onboard e tem outros que tem a VGA off-board, em forma de uma placa encaixável em um slot especial de notebook. Não são muito fáceis de se encontrar e tão pouco baratos, mas geralmente são dedicados ao publico entusiasta, que se interessa por jogos e aplicações gráficas.
R2: Antes que me pergunte se é possível trocar o chip soldando outro, NÃO É POSSíVEL ISSO, notebooks são desenvolvidos em um projeto para funcionar apenas com os componentes designados para ele.
P: Posso trocar minha tela por uma de maior resolução?
R: Depende. Em alguns notebooks, geralmente notebooks para fins profissionais, como os IBM, Toshiba, Dell e Macbook Pro, é possível encomendar uma tela para o fabricante com resolução maior, junto com a tela, vem um software que irá mudar os valores de um pequeno chip que controla estes parâmetros.
P: Posso trocar o processador?
R: Geralmente sim. Upgrade de Celeron para Core2duo pentium para CORE I3 e CORE I5 é bem comum nos notebooks. Mas a atual geraçào de notebooks mais "baratos"tem vindo com processadores SOLDADOS na placa màe impossibilitando o UPGRADE.
P: Posso aumentar minha memória?
R: 99% dos notebooks aceitam upgrade de memória, verifique se seu notebook irá aguentar mais memória do que já tem. Os notebooks mais antigos, suportam um máximo de 4GB de memória sendo em 2 pentes de 2GB cada, os mais atuais chegam a 8gb ou 16 dependendo da marca e chipset.
P: Posso trocar meu HD?
R: Sim, em notebook este é o tipo de upgrade mais comum.
P: Há um limite de HD para ser instalado?
R: Não, mesmo que seu notebook esteja supostamente limitado a um valor (ex: 500Gb, 640GB), caso instale um HD de 1TB, ele pode não reconhecer o valor integral do HD na bios, mas assim que instalar o Sistema Operacional, ele irá ler o disco por inteiro.
Existe uma limitaçào técnica em BIOS AHCI de 2TB por partiçào que foi corrigida com as "novas" BIOS UEFI
P: Posso trocar meu DVD por um Bluray?
R: Isso vai depender, em tese, poder pode, porem se seu notebook não tem uma boa vga, não irá conseguir ver filmes, sendo possível utiliza-lo apenas para ler dados. Placas de vídeo acima de Intel HD, ATI 4200, e Nvidia 8400GS já são capazes de executar um filme em alta definição sem problemas.
P: Bateria, como faço para ela não ficar viciada?
R: Esta é uma questão critica,as baterias de litio não "viciam" porém é recomendado usar o notebook na bateria até ela descarregar totalmente, e após isso, colocar para recarregar em um momento que não esteja usando o notebook, quando ela estiver 100% carregada, guarde-a se for usar o notebook constantemente no carregador.
P: Como maximizar o tempo de bateria?
R: Diminua o brilho da tela, não veja filmes (DVD ou Youtube), desligue o WiFi (Wireless), evite usar jogos, escolha um plano de energia mais economico no painel de controle. Estes são os principais vilões da bateria.
P: Posso colocar uma bateria que dure mais? Como devo proceder?
R: Sim, as baterias de notebook são na verdade uma caixinha com pilhas especiais dentro, estas pilhas são chamadas CELULAS, quanto mais células tiver, mais tempo o notebook ficará ligado, pois são mais lugares para se armazenar energia. Geralmente as baterias são: 4 Células (notebooks da inclusão digital principalmente), 6 Células (notebooks comuns, Acer, Dell, Toshiba), 9 Células (geralmente notebooks de 17", notebooks empresariais como IBM/Lenovo utilizam) e as de 12 células, que são um caso extremo para notebooks que precisam ficar muitas horas longe de uma tomada, geralmente notebooks especiais da Panasonic a utilizam.
Buscar assistência técnica para seu celular com problema pode ser uma dor de cabeça. Aqui vão algumas informações para ajudar nesta questão.
Ninguém está livre de ter problemas ou defeitos em seus smartphones, mas quando isso acontece e é hora de ver um possível (e necessário) reparo, nem sempre é possível evitar a dor de cabeça. Entretanto, antes de procurar a assistência técnica, é importante saber algumas informações básicas – e com isso escapar de desagradáveis surpresas.
Todas as fabricantes de smartphones com operação no Brasil tem a obrigação de a atender seus clientes em todos os municípios brasileiros, estando ou não o aparelho em seu período de garantia. Em cidades que não possuem lojas de assistência das marcas, os clientes precisam ser atendidos de forma remota – neste caso o comprador manda o dispositivo defeituoso pelo correio.
Entre as razões mais comuns de conserto de celular, estão problemas como tela quebrada (algo que a garantia não cobre), lentidão e problemas com a bateria, microfone, câmeras, placa interna e conector de energia, assim como casos em que o celular cai na água (outro problema não coberto pela garantia).
Aqui vai uma lista rápida de problemas não cobertos pelos fabricantes de smartphone – Temos um artigo mais detalhado sobre garantia.
– Desgastes de uso
– Infiltração de líquidos em geral
– Danos físicos
– Instalações indevidas
– Defeitos causados por uso de acessórios não originais
– Defeitos ou danos causados por fenômenos da Natureza
– Reparos efetuados por assistências não autorizadas
Mas em quais casos vale a pena enviar o celular para reparos em uma assistência técnica autorizada? Nessas horas é preciso pesar os prós e os contras. Levando em consideração um dos problemas mais comuns, como a tela quebrada: o custo deste reparo, na maioria dos aparelhos, chega a custa a metade do preço de um telefone novo. Aparelhos da linha Moto G, uma das mais populares do mercado, chegam a custar 60% de um novo para trocar a tela. Ou seja, nem sempre compensa fazer isso em uma autorizada.
O mesmo acontece com o iPhone. Trocar a tela do modelo 6 Plus custa mais de R$ 1 mil – razão por que muita gente acaba optando por usar quebrado mesmo. Não é a toa que muita gente leva seus aparelhos para reparos em assistências não autorizadas, comprometendo muitas vezes a sua garantia.
Portanto, antes de qualquer decisão precipitada, é importante avaliar bem o problema de seu aparelho, fazer orçamentos. A gente sabe nem todo mundo tem o tempo pra isso e precisa de seu celular para ontem, mas para não perder dinheiro – e cabelos – é sempre bom buscar informação.
E por falar em informação, aqui vão os contatos das principais fabricantes de smartphone no país, tanto para buscar assistência técnica quanto tirar dúvidas:
Quantum
– Site: MeuQuantum (email, tira-dúvidas, chat e acompanhamento)
– Telefones: 3004 2244 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 777 2244 (outras localidades)
LG
– Site: Suporte LG (tira-dúvidas, email, chat e acompanhamento)
– Telefones: 4004 5400 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 707 5454 (outras localidades)
– App: LG Suporte
Lenovo/Motorola
– Site: Suporte Motorola (tira-dúvidas, fórum e acompanhamento)
– Telefones: 4002 1244 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 773 1244 (outras localidades)
– App: Ajuda do Dispositivo
Asus
– Site: Asus Suporte (tira-dúvidas, e acompanhamento)
– Telefones: 3003 0398 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 288 8888 (outras localidades)
– App: MyAsus
Microsoft
– Site: Suporte Microsoft (tira-dúvidas, e acompanhamento)
– Lojas de assistência: Pesquisar telefones
Samsung
– Site: Samsung (tira-dúvidas, chat e acompanhamento)
– Telefones: 4004 0000 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 124 421 (outras localidades)
Apple
– Site: Suporte Apple (fórum, tira-dúvidas, chat e acompanhamento)
– Telefone: 0800 761 0880 (todo o Brasil)
Você, muito provavelmente, deve conhecer as alternativas de sistemas operacionais mais populares do mercado. Antes de saber qual o melhor sistema operacional, vamos dar nomes a eles:
Windows: Produzido pela Microsoft, cujo a versão mais recente é o Windows 10. É o mais popular entre desktops e notebooks;
macOS: Encontrado única e exclusivamente em equipamentos produzidos pela Apple, que também desenvolve o sistema;
Linux: Por ser um software livre, não possui um produtor oficial. Essa plataforma é totalmente aberta e customizável.
É importante ressaltar que, a tarefa de definir qual é o melhor sistema operacional, para os computadores do seu time, demandará um estudo sobre as necessidades do empresa. Tenha sempre isso em mente.
Você precisará levar em conta as expectativas com o equipamento e com a execução dos programas. Alguns aplicativos, por exemplo, estão disponíveis para apenas um sistema, enquanto outros podem ser multiplataformas.
De acordo com os dados da empresa de estatísticas digitais, StatCounter, o Windows é o líder absoluto entre os usuários de Desktops. O sistema operacional da Microsoft domina 82,68% desse mercado.
O Linux é um dos sistemas operacionais mais usados no mundo, ao lado do Windows e do OS X. Ele é conhecido por ser adotado mais por servidores que por usuários finais e isso dá a ele a fama de ser difícil para pessoas sem grandes conhecimentos de informática. O que, felizmente, é falso. Se você está pensando em começar a usar o Linux no seu computador pessoal, confira algumas dicas iniciais.
O que é Linux
O Linux, da mesma forma que o Windows (Microsoft) e o Mac OS (Apple), é um sistema operacional baseado em Unix criado para desktops, mas que também é usado em servidores, smartphones, tablets e outros tipos de dispositivos, incluindo caixas bancários. Ao contrário de seus concorrentes mais famosos, o Linux não foi desenvolvido para fins comerciais e seu software e desenvolvimento são feitos em código aberto, o que significa que qualquer pessoa pode criar e distribuir aplicativos para ele.
A parte básica do Linux é composta de um kernel, software criado para fazer a comunicação de outros programas e traduzi-los em comandos para a unidade de processamento e outros componentes eletrônicos. Para funcionar, porém, também é necessário aplicativos e bibliotecas específicas para eles.
Isto significa que um usuário de Linux pode escolher entre diversos aplicativos para executar a mesma função, sejam eles editores de texto, interfaces gráficas ou mesmo prompts de comando. O processo é semelhante à escolha entre Chrome e Firefox: os dois são navegadores, capazes de fazer a mesma coisa, mas de formas e aparência distintas.
Versões
A parte necessária e obrigatória do Linux é pequena, mas insuficiente para garantir uma experiência completa. A ideia é que cada usuário customize o uso com seus programas favoritos mas, na prática, isso é difícil e demorado. Para simplificar este processo existem várias versões do sistema operacional já montadas e disponíveis para o usuário, chamadas distribuições, com suas próprias interfaces.
Uma distribuição é composta por vários softwares, como interfaces gráficas, editores de texto e navegadores já instalados, além de um gerenciador de pacotes – um sistema usado para instalar, desinstalar e atualizar programas. As distros (distribuições) são compostas do Kernel, ferramentas e bibliotecas GNU, software adicional, documentações, uma interface gráfica, um sistema de janelas (usado para controlar a interface gráfica), além de um gerenciador de desktop.
Uma forma de entender as distribuições é comparando com as variações do Android encontradas em várias marcas e operadoras de smartphones: embora elas venham com diferentes aparências e aplicativos instalados, continuam sendo, em essência, o mesmo sistema operacional.
A grande variedade de distros faz com que seja natural a existência de variantes específicas para determinados nichos. O Ubuntu, por exemplo, é voltado para usuários iniciantes, automatizando vários processos que em outras versões precisariam de conhecimentos maiores de programação. Já o Slackware é voltado para usuários avançados e suporta uma quantidade maior de customização.
As distribuições são mantidas por comunidades de usuários ou empresas, que são responsáveis por fornecer atualizações de software e correções de problemas. O site do Linux (linux.com) registra mais de 80 distribuições diferentes, cada uma com suas próprias particularidades.
Quanto custa e como obter uma versão atualizada
As distribuições do Linux costumam ser disponibilizadas de graça nos sites das mantenedoras. O Linux.com possui uma seção com os links para o download de mais de 80 versões diferentes. Elas geralmente estão em arquivos ISO e devem ser gravadas em um DVD para serem instaladas depois.
Cada distro possui um sistema de atualização diferente e é recomendado que ele seja usado após a instalação para garantir que as versões mais recentes sejam instaladas. Depois de algum tempo, ou quando o sistema recebe uma atualização maior, o arquivo de instalação pode ser atualizado. Estas mudanças podem ser conseguidas através do atualizador, sem a necessidade de reinstalar o Linux.
O que deve ser levado em consideração antes de escolher
As distros de Linux possuem públicos-alvo diferentes e é importante se informar sobre as características de cada uma antes de escolher qual instalar. Os usuários avançados, que estão acostumados a programar ou mesmo digitar comandos em um prompt de comando podem escolher versões como o Slackware, uma das mais antigas ainda mantidas. Já os novatos podem optar pelo Ubuntu, que foi desenhado para ser mais amigável e configurado sem a necessidade de enfrentar telas de texto.
O conhecimento técnico, porém, não é o único fator decisivo para escolher uma distribuição. Algumas vezes, o fator diferencial pode ser os softwares que são inclusos. Por exemplo: O Ubuntu usa um programa de interface gráfica chamado Unity, mas existe uma outra versão dele chamado Kubuntu, que usa a KDE.
Com o tempo, o usuário que desejar conhecer mais a fundo o sistema operacional pode escolher outra distribuição e aumentar a complexidade de seu sistema de forma controlada. A melhor maneira de escolher uma versão é se informar sobre quais programas ela inclui e para quem ela foi desenvolvida, adotando aquela que melhor se adequar às suas necessidades como usuário.
Benefícios do Linux
Um dos grandes benefícios do Linux é que ele é desenvolvido para funcionar em qualquer computador, mesmo antigo. Claro que uma máquina de 20 anos não vai ficar rápida o suficiente como uma nova, mas vai ser beneficiada por um sistema operacional atualizado e que ainda possui suporte.
O Linux também é gratuito, o que significa que um PC antigo não precisa de uma versão pirata e antiga do Windows. Ao mesmo tempo, o sistema permite transformar o computador em uma máquina especializada, como um servidor que baixa arquivos automaticamente ou um vídeogame rudimentar.
Outro grande benefício do Linux é que a maior parte dos golpes praticados contra usuários comuns são voltados ao Windows ou OS X. Caso um usuário baixe um arquivo executável malicioso por engano, ele não vai funcionar no sistema operacional. Da mesma forma, a maior parte dos vírus existentes na Internet não afeta o Linux. Isto não significa que ele seja imune a falhas de segurança, como demonstrado em 2014 com o Shellshock, uma vulnerabilidade grave no prompt de comando Bash.
Contras do Linux
O fato de o Linux não suportar programas do Windows também pode ser ruim, já que isso significa que muitos softwares não estarão disponíveis. Este problema é mais aparente em jogos que não possuem versões específicas para o sistema operacional. Se você joga no PC, a mudança pode ser ruim.
Outro aplicativo que não possui uma versão específica é o pacote Microsoft Office. Felizmente, estas limitações no uso de outros programas podem ser resolvidas com a loja de aplicativos do Ubuntu, que possui muitos jogos que mesmo com nomes diferentes são iguais aos encontrados no Windows. Já o problema do Office pode ser resolvido usando softwares como Apache OpenOffice, Google Docs ou mesmo o Microsoft Office Online.
Além da compatibilidade de software, muitos problemas que ocorrem no Linux possuem soluções diferentes das encontradas no Windows, o que pode fazer com que uma tarefa que antes era intuitiva se torne mais demorada e com uma solução menos clara. Outro problema é o modo de superusuário, que parte do pressuposto que o usuário sabe o que está fazendo, mas cujo mau uso pode resultar no apagamento de informações do computador e levar até mesmo à reinstalação do Linux.
Como instalar
Se você optar mesmo pelo sistema é preciso baixar o arquivo ISO contendo a distribuição escolhida e gravar a mídia em um disco para rodá-lo na inicialização do computador. Isto vai inicializar o sistema a partir do DVD e fazer a instalação. Algumas distros, como o Ubuntu, permitem que o Linux seja usado diretamente sem instalação, o que torna possível experimentar sem comprometer o PC.
Mac OS X foi o sistema operacional oficial dos computadores Mac, da Apple. Inicialmente, o sistema foi criado com base no NeXTSTEP, que por sua vez, era um sistema operacional Unix baseado no Mach, mais com código fonte do Unix BSD.
O NeXTSTEP era da companhia NeXT, a empresa criada por Steve Jobs. Foi adquirida pela Apple para trazê-lo de volta e fornecer a estrutura que a gigante de Cupertino precisava para substituir a envelhecida plataforma Mac OS Classic.
Mac OS X 10.0 Cheetah: Lançado em 24 de março de 2001, o Mac OS X 10 Cheetah foi a primeira versão do sistema Mac OS X. A interface do sistema foi revolucionária para a época. O sistema tinha requisitos de hardware altos, exigindo um Mac com pelo menos um processador G3 e 128 MB de RAM.
Mac OS X 10.1 Puma: A Apple lançou o Mac OS X 10.1 Puma poucos meses depois do lançamento do Cheetah, em 25 de setembro de 2001, para resolver muitos problemas da versão original. Essa versão, oferecida gratuitamente para os proprietários do Cheetah, vinha com suporte para mais impressoras, gravava CD e DVD e melhorou o desempenho de gráficos 3D nas telas da época.
Mac OS X 10.2 Jaguar: O Mac OS X 10.2 Jaguar foi lançado em 23 de agosto de 2002. A partir dessa versão 10.2, a Apple tornou o OS X o sistema operacional de inicialização padrão de seus equipamentos.
Mac OS X 10.3 Panther: Lançado em 24 de outubro de 2003, o OS X 10.3 Panther elevou os requisitos do sistema em comparação com as versões anteriores do sistema operacional, removeu o Internet Explorer e marcou o aparecimento do Safari como navegador padrão do OS X. Também acrescentou uma nova aparência em alumínio escovado para as janelas abertas e incluiu um aplicativo iChat renovado, que agora permitia chats de vídeo em tempo real em computadores com câmeras FireWire e conexões de Internet com banda larga.
Mac OS X 10.4 Tiger: Tiger vinha com o utilitário de busca Spotlight e o Dashboard, uma área que exibia mini-aplicativos que a Apple chamava de Widgets.
Mac OS X 10.5 Leopard: A Apple lançou em 26 de outubro de 2007 o Mac OS X 10.5 Leopard. O recurso de backup Time Machine foi uma das novas características mais notáveis do Leopard. Essa versão deu uma aparência nova ao ambiente de trabalho do Mac, mais elegante com um dock redesenhado e um novo papel de parede padrão. Essa, também foi a versão que finalizou o suporte do Mac OS X para a linha de Macs antigos baseados em processadores PowerPC.
Mac OS X 10.6 Snow Leopard: O Mac OS X 10.6 Snow Leopard marcou outro grande aumento das necessidades de sistema, removendo de vez o suporte para processadores PowerPC, incluindo suporte para processadores de 64 bits, exigindo uma máquina com pelo menos 1 GB de RAM e consumindo menos 250 MB de espaço em disco. Nessa versão, a Apple passou a cobrar um valor baixo pelos sistema (apenas U$$ 29), para acelerar a adoção do mesmo.
OS X 10.7 Lion: Anunciado em 20 de Outubro de 2010 e lançado em 20 de Julho de 2011, o Mac OS X Lion trouxe o Mission Control, uma nova maneira de ver todas as janelas abertas reunidas de acordo com programas de agrupamento.
OS X 10.8 Mountain Lion: O sucessor do Lion foi anunciado em Fevereiro de 2012, lançado em 25 de Julho de 2012, disponibilizado para download na Mac App Store, e a primeira versão a ser chamada oficialmente de “OS X”, em vez de “Mac OS X”. Suas maiores atualizações foram a introdução do iCloud, Messages, Reminders, Notes, Notification Center, Game Center, dentre outras aplicações vindas do iOS.
OS X 10.9 Mavericks: Mavericks foi a primeira versão do OS X que não usava o nome de algum felino. O sistema foi anunciado em Junho de 2013, lançado em 22 de outubro de 2013 e suas principais atualizações foram os aplicativos iBooks e Mapas, que antes só estavam disponíveis para o iOS.
OS X 10.10 Yosemite: Seguindo a mudança no esquema de nomenclatura apresentado com o OS X Mavericks, o OS X 10.10 recebeu o nome um parque nacional dos Estados Unidos, localizado no estado da Califórnia, (Yosemite National Park). Ele foi anunciado em junho de 2014 e lançado no dia 16 de outubro do mesmo ano. Essa versão trouxe uma central de notificações completa e suporte ao recurso handoff (que permite continuar trabalhos iniciados no iPhone, iPad ou outro Mac).
Mac OS X 10.11 El Capitan: Trazendo poucas inovações em relação ao Yosemite, o principal destaque do El Capitan é o “Split View”, um recurso que permite preencher a tela do Mac com dois aplicativos que o usuário escolher, lado a lado, de forma fácil. Ainda assim, esse versão trouxe diversos ajustes, novas ferramentas e melhoras nos aspectos do sistema anterior